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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Mulher criada por homossexuais pede que governo proteja verdadeiro matrimônio (Notícias UOL)

Uma mulher canadense que foi criada em família homossexual se dedica agora a auxiliar outras pessoas que atravessam a mesma situação e a pedir aos governos do mundo que protejam o matrimônio entre homem e mulher.

Segundo informa, Dawn Stefanowicz vive em Ontario, Canadá, com seu marido  e seus dois filhos. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um ministério especial desde o website (em inglês) www.dawnstefanowicz.com.  

Dawn oferece ajuda a outras pessoas que como ela cresceram a cargo de um pai homossexual e foram expostas a este estilo de vida.



Stefanowicz explica no website "como em sua infância esteve exposta a intercâmbios de casais gays, jogos nudistas e falta de afirmação em sua feminilidade.  Como lhe feriu o estilo de vida em que cresceu, e oferece ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas em torno da 'família' gay, um estilo de 'família' que ela não deseja a ninguém e que crê que as leis não deveriam apoiar".

Seu testemunho: 

Em seu relato, Stefanowicz explica que devido a uma enfermidade grave de sua mãe teve de ficar ao cuidado de seu pai homossexual quando ainda era uma criança. "Estive exposta um alto risco de enfermidades de transmissão sexual devido ao abuso sexual, aos comportamentos de alto risco de meu pai", relata.

"Inclusive quando meu pai estava no que pareciam relações monogâmicas, continuava buscando sexo anônimo. Cheguei a me preocupar profundamente, a amar e entender com compaixão meu pai. Ele compartilhava comigo o que lamentava da vida. Infelizmente, quando criança adultos abusaram sexual e fisicamente dele. Devido a isto, vivi com depressão, problemas de controle, estados de raiva, tendências suicidas e compulsão sexual. Tentava satisfazer minha necessidade pelo afeto de meu pai, clamando por sua afirmação e atenção, com relações promíscuas e transitórias. Os (ex) pares de meu pai, os quais tratei e cheguei a apreciar com sentimentos profundos, viram suas vidas drasticamente encurtadas pela AIDS e pelo suicídio. Tristemente, meu pai morreu de AIDS em 1991", recorda.

Segundo Stefanowicz, as "experiências pessoais, profissionais e sociais com meu pai não me ensinaram o respeito pela moralidade, pela autoridade, pelo matrimônio e pelo amor paterno. Me sentia temerosamente silenciada porque meu pai não me permitia falar dele, seus companheiros de casa, seu estilo de vida e seus encontros nessa subcultura. Enquanto vivi em casa, tive que viver segundo suas regras".

"Sim, eu amava meu pai. Mas me sentia abandonada e desprezada porque meu pai me deixava sozinha para ficar vários dias com seus parceiros. Seus casos realmente não se interessavam por mim. Fui machucada por maltrato doméstico homossexual, tentativas sexuais com menores e a perda de parceiros sexuais como se as pessoas fossem só coisas para se usar. Busquei consolo, busquei o amor de meu pai em diversos namorados a partir dos 12 anos", sustenta.

Stefanowicz recorda que "desde cedo, ele me expôs a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e lugares de férias gay. O sexo me parecia algo gratuito quando criança. Me expus a manifestações de sexualidade de todo tipo, inclusive sexo em casas de banho, travestismo, sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bissexualidade, voyeurismo e exibicionismo. As drogas e o álcool contribuíam para baixar as inibições nas relações de meu pai".

"Meu pai apreciava se vestir de forma unissex. Passei a adotar os aspectos de gênero neutro, e o intercâmbio de roupas quando tinha 8 anos. Eu não via o valor das diferenças biologicamente complementárias entre homem e mulher. Nem pensava acerca do matrimônio. Fiz votos de não ter nunca filhos, porque não cresci em um ambiente seguro, sacrificial, e centrado nas crianças", assinala.

As consequências: 

"Mais de duas décadas de exposição direta a estas experiências estressantes me causaram insegurança, depressão, pensamentos suicidas, medo, ansiedade, baixa autoestima, insônia e confusão sexual. Minha consciência e minha inocência foram seriamente danificadas. Fui testemunha de que todos os outros membros da família também sofriam", sustenta Stefanowicz.

Ela assegura que só depois de ter tomado as decisões mais importantes de sua vida, começou a dar-se conta de como a tinha afetado crescer neste ambiente.

"Minha cura implicou  em encarar de frente a realidade, aceitar as consequências a longo prazo e oferecer perdão. Podem imaginar como ser forçada a aceitar relações instáveis e práticas sexuais diversas desde muito pequena afetou meu desenvolvimento? Infelizmente, até que meu pai, seus parceiros sexuais e minha mãe morreram, não pude falar publicamente de minhas experiências", explica.

"Afinal, as crianças serão as vítimas reais e os perdedores do matrimônio legal do mesmo sexo. Que esperança posso oferecer a crianças inocentes sem voz? Governos e juízes devem defender o matrimônio entre homem e mulher e excluir todos os outros, pelo bem de nossas crianças", conclui.

Fontes:
http://forum.jogos.uol.com.br/mulher-criada-por-homossexuais-pede-que-governo-proteja-verdadeiro-matrimonio_t_2515309

http://portal-legionario.blogspot.com.br/2013/04/mulher-criada-por-homossexuais-pede-que.html 

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